Arquipélago de Galápagos

Dados históricos e geográficos

Os primeiros acontecimentos históricos no Arquipélago se relacionam com a visita do Inca Tupac-Yupanqui no começo do século XV. Mais tarde, no ano de 1535, Tomás de Berlanga casualmente descobre as ilhas Galápagos ao desviar-se de sua rota Panamá-Peru e, em fevereiro de 1832, o governo do Equador toma posse.

Em 1835, chega ao Arquipélago o naturalista Charles Darwin que mostrou a enorme importância das ilhas para o mundo científico. As observações e dados colhidos em sua visita lhe serviram para formular a teoria evolucionista publicada em seu livro A Origem das Espécies.

Em 1936, as ilhas tornaram-se o primeiro parque nacional equatoriano, e em 1959 o governo equatoriano complementou a lei delimitando as áreas já ocupadas por colonos, o que impede o seu crescimento demográfico e o avanço da população para a área do parque.

O propósito que motivou a criação do Parque Nacional Galápagos foi a sua "preservação em estado natural". Esse ato de conservação tem significado histórico, porque estabelece a esperança de que os próximos descendentes tenham oportunidade de estudar essa área de interesse científico.

Ali dá-se a criação e proteção das espécies endêmicas, tais como as tartarugas pertencentes a uma só espécie Geocelone Elephantopus. O casco desses animais que habitam as ilhas mais áridas, com escassa vegetação baixa, têm a forma de uma sela de montaria espanhola (galápago), e o grande número de exemplares existentes na época acabou cedendo seu nome ao arquipélago.

Mas o sr. Darwin descreve em 1871 uma outra espécie que se perpetua no arquipélago até hoje, “uma hedionda criatura, que habitava nas ilhas Galápagos”. Com a ajuda de Mr. Bell descreve o iguana marinho como sendo de cor preta e suja, muito vagaroso nos movimentos em terra, porém esses lagartos têm um perfeito desembaraço, quando vão para o mar em busca de alimento, e vivem ao sol em grupos.

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